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CIMENTO NO BRASIL

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O mercado cimenteiro no Brasil é composto por 10 grupos com 59 fábricas espalhadas por  todas as regiões brasileiras. Para ver a localização de cada fábrica e a quais grupos elas pertencem, criamos um link diretamente do site do SNIC (www.snic.org.br), onde basta clicar no mapa para indicar qual a fábrica e a qual grupo a fábrica pertence.

CARACTERÍSTICAS DA INDÚSTRIA CIMENTEIRA

É uma indústria que requer grandes investimentos e está sujeita a pressões de custos. No que se refere aos custos diretos, as despesas com combustíveis e energia elétrica na fabricação do clínquer representam 45% e 15%,respectivamente.

  • O cimento, por ser um produto de baixa relação preço/peso, é bastante onerado pelo frete, na distribuição, sofrendo o impacto com os aumentos de combustível e outros derivados de petróleo.
  • A indústria de cimento brasileira é moderna e tecnologicamente atualizada, sendo, por exemplo, o consumo médio de energia por tonelada de cimento produzido no país de 112 kw/h , enquanto nos Estados Unidos esse consumo é da ordem de 140 kw/hora por tonelada.
  • O tempo necessário para a implantação de um projeto, dos estudos preliminares até o funcionamento de uma fábrica de cimento, é de 3 a 5 anos.
  • A escala mínima nas unidades industriais é de 1 milhão de toneladas / ano de capacidade instalada, com investimento de 200 a 300 milhões de dólares.
  • Com capacidade instalada da ordem de 62 milhões t/ano , o parque industrial está plenamente capacitado para atender à demanda interna. Atualmente, a indústria opera com uma ociosidade em torno de 45% e até 2008, considerando que a indústria crescerá nos moldes das previsões de crescimento do PIB, a partir de 2007, mesmo assim, ainda terá ociosidade da ordem de 30%, levando-se em consideração que não haverá crescimento da capacidade instalada.

    Anos

    Var. do PIB

    Cons. de Cimento

    2003

    0,55%

    34.010 Mil/Ton

    2004

    4,90%

    33.903 Mil/Ton

    2005

    2,30%

    37.581 Mil/Ton

    2006

    8,35%

    40.574 Mil/Ton

    2007

    10,1%*

    44.652 Mil/Ton

    2008

    10,00%

    49.000 Mil/Ton

    MERCADO CIMENTEIRO EM 2006 e 2007 E EXPECTATIVAS PARA 2008:   
    De acordo com o IBGE, a indústria brasileira cresceu 3,7% em 2006, a expansão do setor cimenteiro, ou o crescimento do consumo de cimento chegou a quase 9%. Em 2007 o crescimento foi ainda maior e a previsão para 2008 é animadora e colocará o pais em uma posição melhor em relação aos demais paises produtores de cimento.

    O déficit habitacional subiu de 6,247 milhões de moradias em 1993 para 7,9 milhões de casas em 2006. A conclusão é de um estudo da GVconsult encomendado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil) do Estado de São Paulo, que utilizou dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE. Mesmo que haja uma controvérsia em relação ao cálculo, levantado pela Escola Nacional de Ciências e Estatística do IBGE e da Unicamp, onde se questiona que o déficit encontra-se superestimado em 3,1 milhões, mesmo assim, ainda seria um número astronômico.

    Para o governo, a eliminação do déficit habitacional depende de investimentos anuais de R$ 13 bilhões a R$ 14 bilhões por 20 anos. Em 2005, a Caixa Econômica Federal, agente financeiro dos programas, destinou, somente para habitação e desenvolvimento urbano mais de R$ 10 bilhões e na época era o maior valor dos últimos dez anos.


    No detalhamento dos investimentos, percebe-se que, além dos R$ 14,2 bilhões aplicados na área pela Caixa Econômica Federal, ainda foram investidos R$ 6,2 bilhões por demais bancos que operam com recursos da poupança e R$ 444,8 milhões do Programa de Subsídio para Habitação de Interesse Social (PSH), c
    om as mudanças introduzidas na política habitacional, os bancos privados também voltaram a financiar a habitação, o que realmente é um marco histórico, e 2007 apresenta-se, ainda, mais promissor. Com o maior orçamento dos últimos 12 anos. Essa soma de investimentos em habitação para 2006 é cinco vezes superior a tudo que se investiu em 2002 e 44% maior do que o investido em 2005. O fato é que a política habitacional do governo foi extremamente positiva, e suas mudanças permitiram que o setor da habitação deslanchasse no país depois de muitos e muitos anos. O que a Caixa fez foi cumprir com as determinações do governo e colocar recursos de expressivos valores.

    Nossa expectativa para 2007 é de um crescimento da ordem de 10% no consumo nacional de cimento e o consumo brasileiro de cimento deverá ultrapassar a casa dos 43 milhões de toneladas de cimento.

    No quadro abaixo os maiores produtores de cimento do mundo. As informações referente aos anos de 2006 e 2007, ainda não foram disponibilizados:

Maiores Produtores de Cimento (em milhões de toneladas)
Países
2002
2003
2004
2005
%
China
704,1
813,6
933,7
1.049
45,74%
Índia
110,1
124,5
136,9
146,8
6,40%
EUA
89,7
92,8
97,4
100
4,36%
Japão
76,4
73,8
72,4
73,5
3,20%
Coréia Sul
56,4
59,7
55,8
49,1
2,14%
Espanha
42,4
44,8
46,6
50,3
2,19%
Itália
41,5
43,5
46,1
46,4
2,02%
Rússia
40,1
42,6
45,9
49,5
2,16%
Turquia
37,2
38,1
41,3
45,6
1,99%
13º
Indonésia
35,1
34,9
37,9
37,9
1,65%
11º
Tailândia
38,8
35,6
36,7
37,9
1,65%
10º
Brasil
38,0
34,0
34,4
39,2
1,71%
14º
México
32,0
32,6
33,9
35,4
1,54%
12º
Egito
26,2
26,3
35,5
36,5
1,59%
15º
Irã
28,8
30,5
31,0
32,7
1,43%
ND
Outros
412,9
430,0
456,6
463,5
20,21%
Total Mundial
1.815,0
1.964,4
2.139,4
2.293,3
100,00%
Fontes
SNIC - CEMBUREAU - OFICEMEN
out/2007

A Escolha do Cimento é um ato de responsabilidade!

Cuidado com cimentos sem os selos da ABNT e ABCP. Não ponha vidas em riscos. Uma casa, uma moradia, um teto, não são meros produtos. São sonhos de uma vida!

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