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Disponibilizamos aos nossos internautas, o tradicional folheto, MÃOS À OBRA, desenvolvido e produzido sob orientação da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland,  onde desenvolvemos o mesmo na versão on line, em html , ou para quem desejar imprimir, o folheto em  PDF.

Lembre-se: Antes de construir ou reformar, procure  SEMPRE a Prefeitura de sua cidade e/ou o CREA, para obter mais informações a respeito.

 

Mãos à Obra - Versão HTMLMãos à Obra - Versão Online

 
Venda de cimento no Brasil cresce 12,7% no quadrimestre.
Qua, 09 de Maio de 2012 00:00

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Dados das indústrias divulgados pelo SNIC, indicam que a venda nacional de cimento em ABRIL de 2012 (5,3 milhões de toneladas) cresceu 11% comparado ao do mesmo mês do ano passado (4,77 milhões de toneladas). No acumulado do primeiro quadrimestre , a venda nacional do insumo chegou a 21,66 milhões de toneladas, uma elevação de 12,8% sobre as 19,2 milhões de toneladas comercializadas nos mesmos meses do ano anterior. Considerando as vendas de cimento por dia útil, houve expansão de 10,9% na mesma base de comparação. Ainda conforme os dados da SNIC, nos últimos 12 meses (de maio de 2011 a abril de 2012) as vendas do insumo no mercado brasileiro totalizaram 66,3 milhões de toneladas, o que significa um crescimento do quadrimestre de 10,1% sobre igual período anterior. O mês de abril registrou vendas de 5,3 milhões de toneladas, sendo o resultado inferior ao mês de março em 10,87%. Ainda em relação ao mês anterior, o menor crescimento foi do nordeste, que ficou 12,87% abaixo dos números de março. O nordeste mesmo com o pior resultado em abril, continua, no quadrimestre sendo a região que apresenta o maior crescimento, crescendo 20,7% em relação ao mesmo quadrimestre de 2011.

Última atualização em Seg, 14 de Maio de 2012 19:23
 
Camargo Corrêa rejeita proposta de fusão feita pela Cimpor
Seg, 14 de Maio de 2012 00:00

 

Em comunicado divulgado hoje ao final da tarde, a InterCement, uma das maiores produtoras de cimentos da América Latina, recusou a proposta da administração da Cimpor que, na última sexta-feira, sugeriu a concentração entre a cimenteira portuguesa e o grupo brasileiro, como alternativa à OPA da Camargo Corrêa. No final de Março deste ano, a Camargo, que tem 32,9% da Cimpor, e é o maior acionista, lançou uma OPA sobre a totalidade do capital, aceitando pagar 2,5 mil milhões de euros pelo “takeover†(5,5 euros por acção), valor considerado baixo pela gestão.
O convite a uma fusão, apresentado pela gestão da cimenteira nacional, concretizar-se-ia sem venda de ativos e mediante o pagamento de um dividendo extra de até um euro. Uma solução que, diz a gestão, “cria mais valor para os atuais accionistas†da Cimpor, designadamente para os que querem permanecer na empresa. A administração da Cimpor defende que a concentração luso-brasileira é a que melhor protege os interesses da Cimpor, pois cria “sólidas posições em mercados atrativos e de elevado crescimento, ultrapassando os riscos associados†ao seu desmembramento.

Última atualização em Seg, 14 de Maio de 2012 19:24
 
Venda de cimento continua crescendo em fevereiro de 2012
Sáb, 10 de Março de 2012 00:00

Venda de cimento cresceu 10,4% em relação a 2011.

As vendas de cimento para o mercado interno nos últimos doze meses (mar/11 a fev/12) atingiram o volume de 64,8 milhões de toneladas em fevereiro, o que representa uma expansão de 7,8% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com dados preliminares da indústria e estimativas de mercado divulgados na última sexta-feira (09/03) pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).
Nos dois primeiros meses, as vendas acumuladas cresceram mais acentuadamente na região nordeste, que cresceu 16,7% em relação ao primeiro bimestre de 2011, o segundo maior crescimento foi da região sul, cujo crescimento foi de 14,4%.

Última atualização em Seg, 23 de Abril de 2012 16:50
 
A Queiroz Galvão construirá fábrica de cimento em São Luís-Ma.
Seg, 23 de Abril de 2012 00:00

Parceria concreta

O grupo pernambucano Queiroz Galvão é um colosso que fatura R$ 7 bilhões e tem seus tentáculos espalhados por diversos setores da economia brasileira. Com mais de 50 empresas, ele atua nas áreas de construção, alimentos, óleo e gás, siderurgia e engenharia ambiental. Agora, a Queiroz Galvão, comandada pelo empresário Antônio Augusto Queiroz Galvão, se prepara para entrar na briga pelo mercado de cimento no Brasil, competindo diretamente com gigantes como a Votorantim e a Camargo Corrêa. A empresa se associou ao grupo pernambucano Cornélio Brennand – das áreas de energia e produção de vidros – para construir uma fábrica em São Luís, a capital do Maranhão, com capacidade de produzir 500 mil toneladas de cimento por ano.

As obras, segundo a Secretaria de Desenvolvimento do Maranhão, deverão começar ainda neste ano. Essa será a primeira de cinco unidades industriais que devem ser erguidas pela joint venture, cujo investimento pode chegar até R$ 1 bilhão, conforme apurou a DINHEIRO. A Queiroz Galvão não comenta sobre a nova fábrica. Procurada, não quis dar entrevista para esta reportagem. De acordo com fontes ligadas ao novo projeto, inicialmente a empresa atuará com foco nas regiões Nordeste e Norte. "Esses são os mercados que mais crescem no Brasil", diz Thais Virga, analista do setor de construção da Lafis Consultoria.

 

Última atualização em Seg, 23 de Abril de 2012 17:58
 
2011:CSN Cimentos tem receita de R$ 333 milhões.
Qua, 28 de Março de 2012 00:00

Em 2011, as vendas do segmento de cimento da CSN totalizaram 1.755 mil toneladas, a receita líquida alcançou R$333 milhões e o custo de produtos vendidos foi de R$268 milhões.
O Ebitda ajustado foi de R$20 milhões e a margem Ebitda ajustada foi de 6%.
Segundo dados preliminares do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as vendas de cimento no mercado interno apresentaram crescimento em 2011 de 7,3% em comparação a 2010, totalizando 63,5 milhões de toneladas, um recorde para a indústria brasileira.
O crescimento do consumo de cimento é reflexo do bom momento do mercado imobiliário, do aumento de renda da população e de programas governamentais de habitação, como o "Minha Casa, Minha Vida".
As perspectivas para o setor continuam positivas. Em 2012, a indústria da construção civil deve crescer entre 5% e 5,2%, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas) e as vendas domésticas de materiais de construção devem crescer de 4% a 5%, segundo a Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).

Última atualização em Qua, 28 de Março de 2012 17:46
 
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